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Moradia para Remodelar - Gafanha da Encarnação

60.000€



Referência

Av.848

Natureza

Venda

Tipo de Imóvel

Moradia

Tipologia

T2

Estado

Por Recuperar

Certificado energético

G

Ano

1950


Distrito

Aveiro

Concelho

Ílhavo

Freguesia

Gafanha da Encarnação

Código Postal

3830


Área Útil

109 m2

Área Bruta

160 m2

Área de Terreno

160 m2

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Moradia em obras na Gafanha de Encarnação. 
O imóvel esta em fase obras, com projeto aprovado para uma T2 com suite e sótão. 
A licença de obras esta válida até 2024, sendo que o comprador pode reiniciar as obras assim que pegar as chaves. 
Esta localizada em uma excelente zona da Gafanha da Encarnação, próximo a escolas, infantário, serviços, mercados e acesso para a A25 e praias. 

Um pouco sobre a História da Gafanha da Encarnação. 
Por ordem da antiguidade, as Gafanhas iniciaram-se com a da Cale da Vila, da Gramata, dos Caseiros, da Vagueira e da de Aquém.
A Gafanha da Gramata, ou Gafanha da Maluca, só em 1848 começou a designar-se de Gafanha da Encarnação, por naquele ano a Joana Maluca e o seu segundo marido terem mandado construir a primeira capela deste lugar, dedicada a Nossa Senhora da Encarnação.
Como a igreja paroquial de Vagos ficasse longe e a única capela de toda a Gafanha, ainda que por mais acessível não oferecia grande comodidade de deslocação, Joana Maluca fez surgir uma capela na sua horta, que dedicou a Nossa Senhora da Encarnação. Desde essa altura que ficou como que construída uma nova povoação – a povoação da Gafanha da Encarnação.
A consequência da criação desta capela foi deslaçar o vínculo que unia todos os habitantes da Gafanha para criar nos povos da periferia das capelas da Nazaré e da Encarnação um espírito bairrista. O que terá trazido vantagens, como refere o Pe. João Vieira de Resende quando diz que: "Este separatismo veio a ser um regular propulsor para despertar a emulação entre os povos separados, estimulando as suas energias, ou vitalizando os seus empreendimentos (...)", mas que nem por isso deixa de lamentar que, "(...) teve porém a desvantagem de amolecer, resfriar os laços que prendiam e mantinham estes povos num intercâmbio lindo, invejável, das primitivas comunidades cristãs. Ali se mantinham os costumes e as características dos povos patriarcas".
Não era de grandes dimensões esta Capela de Nossa Senhora da Encarnação, tendo sido ampliada em 1877, para o dobro, altura em que se construiu a torre onde se colocaram dois sinos.
Em 1901 foi criada a Irmandade de Nossa Senhora da Encarnação e Almas, a primeira fundada em toda a Gafanha.
Em Julho de 1907 foi demolida a capela, já demasiado pequena, tendo-se iniciado a construção da actual (em 1944) igreja paroquial. Em 1909, a obra estava pronta, ainda que desprovida dos altares, ali colocados em 1912.  
Finalmente, em 1 de Novembro de 1926 (e pela posterior publicação, no Diário do Governo de Segunda Feira, 8 de Novembro, do Decreto n.º 12612), a parcela de terreno, então pertença da Junta de Freguesia de Ílhavo e construída pelos lugares da Gafanha da Encarnação, da Gafanha do Carmo – anexada posteriormente –, em 1934) e da Costa Nova do Prado passam a formar uma nova freguesia com sede no lugar da Gafanha da Encarnação, dando corpo aos legítimos anseios da população de então, constituída por cerca de 2000 habitantes. Esta situação mantém-se até 1957, ano em que a Gafanha do Carmo passa a freguesia. Da constituição da freguesia, advém também a construção do cemitério (1932), deixando os habitantes desta localidade de ter necessidade de percorrer 6 a 8 km para sepultar entes queridos já desaparecidos, que até aí eram sepultados no cemitério de Ílhavo. De destacar ainda, a instalação, nos finais da década de 40, de uma unidade fabril de processamento de chicória, que alargou o emprego ao sector secundário, até aí praticamente inexistente na localidade.

Este imóvel não tem características definidas.

Este imóvel não tem áreas definidas.

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